La producción de valor con la práctica del consumo en redes sociales

Autores/as

  • Laianna Maiara Januário Alves Universidade Federal da Paraíba, Brasil
  • Diogo Lopes de Oliveira Universidade Federal de Campina Grande e Universidade Federal da Paraíba, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.14482/INDES.31.02.025.861

Palabras clave:

Consumo, producción, redes sociales, datos, algoritmos

Resumen

El propósito del artículo es reflexionar sobre la generación de valor de cambio a partir del consumo de sitios de redes sociales. A partir del concepto de industria cultural, propuesto por Adorno y Horkheimer (1985), es posible inferir que la teoría de la escuela de Frankfurt dialoga con la monetización de los productos culturales y su producción y consumo de forma alienada. A través del método del materialismo histórico dialéctico de Karl Marx - que permite la comprensión de una síntesis de idea sólo después de la confrontación de una tesis concreta con su negación abstracta - el trabajo concluye que es necesario regular la adquisición, uso y venta de datos. encima de los usuarios de esta sociedad en el contexto de las plataformas digitales.

Biografía del autor/a

  • Laianna Maiara Januário Alves, Universidade Federal da Paraíba, Brasil

    Autora do trabalho. Mestre em Comunicação e Culturas Midiáticas pela Universidade
    Federal da Paraíba, Brasil, sem bolsa de apoio à pesquisa. Orcid:
    https://orcid.org/ 0000-0002-6997-8627. laiannamaiara@gmail.com

  • Diogo Lopes de Oliveira, Universidade Federal de Campina Grande e Universidade Federal da Paraíba, Brasil

    Orientador do trabalho. Professor de Comunicação Social da Universidade
    Federal de Campina Grande (UFCG) desde de junho de 2013, professor
    permanente da Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da
    Paraíba (UFPB) a partir de abril de 2021 e Secretário Regional Paraíba da
    Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a partir de junho
    de 2021. Doutor em Comunicação Pública pela Universitat Pompeu Fabra
    (2012), mestre em Comunicação Científica, Médica e Meio Ambiental pela
    mesma instituição (2007). E graduado em Comunicação Social - Jornalismo
    pela Universidade Federal de Pernambuco (2005). Orcid: https://orcid.
    org/0000-0002-8486-9824. diogo.lopes@professor.ufcg.edu.br

Referencias

Teixeira Coelho (1985, pp. 11 e 12): “uma cultura que não vale mais como algo a ser usado pelo indivíduo ou grupo que a produziu e que funciona, quase exclusivamente, como valor de troca (por dinheiro) para quem a produz”.

“a consolidação da indústria cultural global”, Silva (2017, p. 14).

Para essa sociedade, o padrão maior (ou único) de avaliação tende a ser a coisa, o bem, o produto, a propriedade: tudo é julgado como coisa, portanto, tudo se transforma em coisa - inclusive o homem. E esse homem reificado só pode ser um homem alienado [...], enfim, em relação a tudo, alienado de seus projetos de vida de país, de sua própria vida, uma vez que não dispõe de tempo livre, nem de instrumentos teóricos capazes de permitir-lhe a crítica de si mesmo e da sociedade. (COELHO, 1985, p. 11)

a indústria cultural fabrica produtos cuja finalidade é a de serem trocados por moeda; promove a deturpação e a degradação do gosto popular; simplifica ao máximo seus produtos, de modo a obter uma atitude sempre passiva do consumidor; assume uma atitude paternalista, dirigindo o consumidor ao invés de colocar-se à sua disposição (COELHO, 1985, p. 26).

"todos têm direito a uma etiqueta [...]. Cada um carrega consigo as marcas, os signos consumidos de acordo com sua situação econômica". (Guaita, 2003, p. 22).

Horkheimer e Adorno (1985, p. 116): “algo está previsto para que ninguém escape, as distinções são acentuadas e difundidas”.

"torna-se o primeiro momento de construção conceitual da informação, como artefato, ou como processo que alimenta as maneiras próprias do ser, representar e estar em sociedade" (MARTELETO, 1995, p. 91).

Marx (2013, p. 446) "a tecnologia desvela a atitude ativa do homem [e da mulher] em relação à natureza, o processo imediato de produção de sua vida e, com isso, também de suas condições sociais de vida".

Rafael Grohmann (2020, p. 93) "As tecnologias são fruto do trabalho humano, e o desenvolvimento tecnológico refere-se às forças produtivas e às relações de produção".

"é uma falsa simetria pensar que ambas as atividades estão no mesmo patamar" - Grohmann (2020, p. 97),

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Publicado

2023-09-01

Número

Sección

Articulos de Reflexión

Cómo citar

La producción de valor con la práctica del consumo en redes sociales. (2023). Investigación & Desarrollo, 31(2), 333-351. https://doi.org/10.14482/INDES.31.02.025.861

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